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  • Foto do escritorJudivan Gomes

Taciano Diniz aponta, durante audiência pública, falhas no Sistema de Regulação da Saúde no Estado




Durante audiência pública na Assembleia Legislativa da PARAÍBA ( ALPB ) realizada terça-feira ( 11 ), o deputado estadual Taciano Diniz ( União Brasil ) apontou falhas na organização do Sistema de Regulação da Saúde estadudal. Ele, inclusive, defendeu a criação de uma central de regulação na rede estadual de saúde, a fim de garantir e facilitar a abertura de vagas nos hospitais públicos da Paraíba.


O parlamentar, que também é médico, é a favor de um serviço de saúde que funcione de porta aberta para o paciente. Aliás, o deputado disse que já defende este método desde o ano de 2019.


Conforme o parlamentar, apesar do governo estadual contar com aproximadamente R$6 bilhões em seus cofres públicos, há uma resistência em destinar apenas R$50 milhões para a criação e implementação da central de regulação. O deputado ressaltou a importância de utilizar os recursos do Estado de maneira estratégica para ampliar a disponibilidade de vagas e melhorar o atendimento aos pacientes.


“Em 2012 vivenciei momentos difíceis como perder um paciente por falta de vagas na rede estadual. Infelizmente acontece nos dias de hoje. Defendo a descentralização desde 2019. O governo estadual tem nos cofres públicos R$6 bilhões, mas, não tem R$50 milhões para instalar uma central de regulação”, disse o deputado.


O SUS é tripartite, ou seja, conta com a participação dos Municípios, Estado e União. Para ele, é preciso que haja mais organização no funcionamento do Sistema de Regulação. Na sua avaliação, deverá funcionar de forma integrada e interligada como aconatece nos estados do Ceará e de Pernambuco.


Taciano Diniz também abordou a falta de organização no programa Opera Paraíba, destacando a ausência de respeito à fila sequenciada e às cirurgias eletivas, que muitas vezes são influenciadas por prioridades políticas.

“Chamo atenção para o programa Opera Paraíba, que não é respeitado. A fila não é sequenciada, as cirurgias são eletivas mas existe a priorização política, porque fui desse governo e conheço essa realidade. Precisa-se de um serviço que funcione de porta aberta, e que o médico que solicite a vaga e preencha através de uma rede informatizada. Enquanto político pedir vaga pra paciente, a saúde continuará no atraso” finalizou Taciano Diniz.


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