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  • Foto do escritorJudivan Gomes

PRFs dizem que silêncio de Bolsonaro “dificulta pacificação do país”

Entidades que representam a PRF cobram "postura firme" de direção da PRF e criticam inércia do presidente da República




A Federação Nacional dos Policiais Rodoviários Federais (FenaPRF) e sindicatos dos policiais rodoviários federais emitiram nota, nesta terça-feira (1º/11), criticando o presidente Jair Bolsonaro (PL) pela inércia após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As entidades atribuem a escalada das manifestações ao silêncio do mandatário da República, que ainda não se pronunciou desde a derrota, no domingo (30/10).

No posicionamento, os servidores reafirmam o “compromisso com o Estado Democrático de Direito” e defendem que “o resultado das eleições de 2022 expressa a vontade da maioria da população e deve ser respeitado”.





“A postura do atual presidente da República, Jair Bolsonaro, em manter o silêncio e não reconhecer o resultado das urnas acaba dificultando a pacificação do país, estimulando uma parte de seus seguidores a adotar ações de bloqueios nas estradas brasileiras”, enfatizam as entidades na nota.

Os policiais rodoviários federais reiteram os esforços para contornar os bloqueios realizados por bolsonaristas revoltados com a vitória do petista.

“Os PRFs seguem trabalhando diuturnamente para o restabelecimento do direito de ir e vir da população. Importa frisar que compete exclusivamente à gestão do Departamento de Polícia Rodoviária Federal providenciar e disponibilizar os meios e a organização do efetivo necessários para dar cumprimento à desobstrução das rodovias federais”, esclarecem.

Diante disso, as entidades cobram “postura firme da direção” da PRF a fim de “prover meios necessários para que a corporação cumpra suas funções constitucionais, garantindo assim o direito de ir e vir da população e resguardando a segurança e integridade dos policiais”.

“A Polícia Rodoviária Federal é um patrimônio da sociedade e seguirá firme na defesa da democracia, do respeito às leis e às decisões judiciais”, finaliza.


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