• Judivan Gomes

Datena compara Bolsonaro a comunista chinês, massacra Guedes e detona alta dos preços

José Luiz Datena ficou impaciente com mais notícias sobre a alta dos preços dos alimentos nos supermercados do país e rasgou o verbo ao vivo no Brasil Urgente, da Band. O jornalista atacou o ministro da Economia, Paulo Guedes, e comparou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao comunista Mao Tse-tung.

O apresentador desabafou sobre o assunto logo no início do programa. “Conta de luz mais cara passa valer a partir de hoje. É só no nosso, velho? É só no nosso! Me ajuda aí!”, esbravejou.

Hoje eu ouvi o presidente Jair Bolsonaro dizer: ‘olha, o nosso negócio é não fazer como a Argentina, que parou de exportar carne, para que a carne fique mais barata [para a população]. O nosso negócio é exportar’. Presidente Jair Bolsonaro, isso é discurso do Paulo Guedes, que quer balanço da economia para provar que o trabalho dele é legal”, detonou Datena.

“O senhor prefere alimentar o seu povo ou exportar para fora e deixar aqui as pessoas morrendo de fome?”, questionou o âncora. “Se o senhor não sabe, quem fez isso foi um dos maiores comunistas de todos os tempos: Mao Tse-tung. Um ditador, canalha, lá da China”, revelou.


“Acho que o ministro dele lá falou: ‘é melhor exportar para a gente investir em armas’. Exportou tudo o que tinha de comida, e de repente as pessoas morreram de fome. Ele requisitava até panelas, garfos e facas e derretia para fazer armas. Quem fez isso foi um comunista da pior qualidade”, reafirmou.

Datena citou a carne, o sal, o arroz, o feijão, o óleo de soja, o tomate, entre outros, dentro do grupo de alimentos que teve uma alta muito grande e massacrou Guedes mais uma vez:


“O senhor tem que olhar o nosso primeiro e depois pensar na exportação que o Paulo Guedes quer fazer para dar um balanço favorável e ele dizer que é gênio. O povo brasileiro precisa comer! Sou a favor de capital livre e democracia no país, mas sem querer o senhor acabou fazendo um discurso de um cara que matou mais de 70 milhões de pessoas morrendo de fome”.

“O ministro está aconselhando o senhor a deixar o povo passando fome. O povo na rua está passando fome. O senhor deveria ter a sensibilidade de dar 600 reais [de auxílio emergencial] como fez antes”, ressaltou.

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